Vídeo: Dr. Hilton Gonçalo Fala Sobre a Saúde no Maranhão e a Necessidade de Avanços Urgentes

Dr. Hilton Gonçalo

No vídeo, Dr. Hilton Gonçalo destaca os graves problemas do sistema de saúde no Maranhão, incluindo a burocracia excessiva e a ineficiência nos serviços de urgência e emergência. Ele enfatiza que a falta de estrutura e a demora no atendimento comprometem a vida dos maranhenses.

Veja o Video:

Como médico, Dr. Hilton Gonçalo tem um compromisso verdadeiro com a saúde e o bem-estar das pessoas. Ele conhece de perto os desafios enfrentados pela população e luta por um sistema de saúde mais ágil, acessível e eficiente. Seu compromisso é garantir que cada maranhense tenha atendimento digno e de qualidade, sem burocracia e demora. Saúde não pode esperar, e Dr. Hilton segue firme nessa missão!”

 

Governador Carlos Brandão Articula Sobrinho para Governo e Gera Polêmica

Brandão e Orleans

A movimentação política do governador Carlos Brandão para consolidar seu sobrinho como candidato ao governo do Maranhão tem causado grande repercussão. O cenário tem sido alvo de críticas tanto da oposição quanto de aliados, que enxergam a estratégia como um possível erro político capaz de enfraquecer o grupo governista.

A principal preocupação gira em torno do debate sobre nepotismo, uma vez que o sobrinho do governador já ocupa um cargo de destaque na gestão estadual. Para muitos, a indicação reforça a ideia de continuidade de um projeto familiar no poder, o que pode gerar desgastes políticos e abrir espaço para adversários fortalecerem suas campanhas.

Aliados do governador avaliam que a escolha pode não ser bem recebida pelo eleitorado, que busca renovação e independência política. Enquanto isso, a oposição usa a movimentação para atacar a gestão Brandão, classificando a articulação como um privilégio político que prejudica a democracia e a alternância de poder.

Diante das críticas, o governo ainda não se pronunciou oficialmente sobre a possível candidatura do sobrinho de Brandão. No entanto, nos bastidores, há uma intensa articulação para consolidar seu nome como sucessor natural. Resta saber como o eleitorado maranhense reagirá a essa estratégia e se o governador conseguirá superar os desafios impostos por essa escolha.

Dr. Hilton Gonçalo segue firme com a pré-candidatura ao Senado e amplia alianças

Julinho, ex-vereador de São Luís, e Regiane do Santa Cruz.

O ex-prefeito de Santa Rita, Dr. Hilton Gonçalo, continua consolidando sua pré-candidatura ao Senado Federal. Nesta semana, ele recebeu diversas lideranças políticas do interior do Maranhão e da capital, São Luís, fortalecendo alianças e ampliando sua base de apoio.

Com vasta experiência administrativa e uma gestão marcada por avanços em Santa Rita, Dr. Hilton Gonçalo tem se destacado como um nome forte na corrida pelo Senado. Seu projeto político ganha cada vez mais adesão, refletindo a confiança de lideranças e eleitores em sua capacidade de representar o Maranhão em Brasília.

A intensa agenda de reuniões desta semana reforça o compromisso do pré-candidato com um diálogo aberto e a construção de um plano de governo participativo. Dr. Hilton Gonçalo tem enfatizado a importância da colaboração entre diferentes setores da sociedade para o desenvolvimento do estado.

Nos próximos meses, a expectativa é que novas alianças sejam firmadas, consolidando ainda mais a pré-candidatura de Dr. Hilton Gonçalo e fortalecendo seu projeto político rumo ao Senado Federal.

Enfermeira Gorete, suplente de vereador em São Luís.

Edvaldo, filho da ex-vereadora Eidimar Gomes…

Roberto, candidato a prefeito de Fortuna na última eleição.

Cardiogeriatra Dr. Thomáz

Júnior Nazaré, primeiro suplente do Avante, São Luís.

Carrinho, ex-prefeito de São Bento, e Valmizão, vereador em São Bento.

PSDB não está à venda’, diz presidente sobre futuro do partido

Marco Perilo, Presidente do Psdb

O presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, afirmou, em entrevista exclusiva à IstoÉ, que o partido “não está à venda” e descartou a possibilidade de incorporação com outras legendas. Para Perillo, a alternativa cogitada pelos tucanos é a fusão com outro partido para atingir a cláusula de barreira.

A declaração rechaça um possível acordo de incorporação com MDB e PSD, que estão com negociações em andamento com a cúpula tucana. Ambas as legendas querem o ativo do PSDB, mas sem alterar seus nomes e quadros de filiados.

Nos últimos dias, como mostrou a IstoÉ, outros partidos tentaram atravessar as negociações para angariar o ativo dos tucanos. O mais próximo, por enquanto, é o Podemos, que avançou na possibilidade de acordo nos últimos dias.

“O primeiro ponto que coloco é que o PSDB não é um partido qualquer. O PSDB não está à venda. Eu disse na semana passada e vou continuar insistindo nisso: o PSDB vai continuar, vai continuar porque ele é importante para o Brasil”, afirmou Perillo.

Em coletiva de imprensa, Perillo destacou que o PSDB passa por um momento de reestruturação, mas que isso não significa que abrirá mão de sua identidade política. “Estamos dialogando com diversas forças políticas, mas sem comprometer nossos valores e sem abrir mão da nossa independência”, afirmou.

A fala do presidente ocorre em meio à necessidade de o PSDB se reinventar no cenário político nacional. Lideranças tucanas garantem que qualquer decisão será tomada com amplo debate interno e consulta às bases partidárias.

Nos últimos anos, o PSDB tem enfrentado desafios para manter sua posição de destaque no cenário político nacional, com a perda de espaço em estados onde tradicionalmente era forte. Mesmo assim, o partido segue atuando na formulação de propostas e na defesa de pautas ligadas à economia e à democracia.

Analistas políticos apontam que o futuro do PSDB dependerá de sua capacidade de se reinventar e de construir alianças estratégicas sem perder sua identidade. Com a aproximação das eleições, a sigla precisará definir seu rumo e a forma como pretende se posicionar diante do eleitorado.

A direção do partido prometeu que nas próximas semanas haverá reuniões para discutir o futuro da legenda e que todas as decisões serão tomadas de forma transparente e participativa.

Roberto Rocha critica exclusão de pesquisa eleitoral e questiona adversários

Roberto Rocha

O ex-senador Roberto Rocha foi deixado de fora da mais recente pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas sobre a sucessão estadual no Maranhão. Em levantamentos anteriores, Rocha aparecia com 15% das intenções de voto para governador, mesmo sem campanha ativa, o que torna sua exclusão um ponto de questionamento.

“Em um mês, fazem uma pesquisa e não colocam meu nome. Antes, pelo menos, aparecia com 15%, jogando parado. Agora, simplesmente me ignoram. Estão com medo de quê?”, declarou o ex-parlamentar em entrevista ao Blog do Marco Aurélio.

A ausência de seu nome na pesquisa levanta suspeitas sobre possíveis tentativas de influenciar o cenário eleitoral. Com um histórico consolidado na política maranhense, Rocha segue articulando sua base e acompanhando os movimentos dos adversários.

A grande questão é se as próximas pesquisas irão incluí-lo ou se essa estratégia de invisibilização continuará.

Paraná Pesquisas: Braide lidera para o governo do Maranhão e Hilton Gonçalo desponta como nome forte para o Senado

O mais recente levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, divulgado neste sábado (15), aponta que o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), lidera a disputa pelo governo do Maranhão em 2026, mesmo sem ter oficializado sua pré-candidatura. Braide aparece com 32,7% das intenções de voto, seguido pelo ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahésio Bonfim (Novo), que registra 24,9%.

Se as eleições fossem hoje, o cenário indicaria um segundo turno entre Braide e Lahésio. Outros nomes em destaque na pesquisa incluem Orleans Brandão, com 16,9%, e Felipe Camarão, que soma 12,9%. Além disso, 8,5% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 4,1% não souberam ou preferiram não opinar.

Hilton Gonçalo cresce na disputa pelo Senado

No cenário para o Senado, o ex prefeito de Santa Rita, Hilton Gonçalo, desponta como um nome  forte para representar o Maranhão. Reconhecido por sua gestão eficiente e influência política no estado, Gonçalo vem ganhando destaque e consolidando sua pré-candidatura com forte respaldo popular.

A presença de Hilton Gonçalo nas pesquisas de um instituto de credibilidade nacional reflete o reconhecimento do eleitorado e sua confiança na liderança do gestor. Seu nome na disputa pelo Senado representa a continuidade de um trabalho voltado ao desenvolvimento do Maranhão, reafirmando seu compromisso com o progresso do estado.

Com o cenário ainda indefinido para 2026, a expectativa gira em torno dos próximos passos dos pré-candidatos, possíveis alianças partidárias e o desenrolar da corrida eleitoral nos próximos meses.

Lula faz apelo, mas Centrão foge de garantir apoio em 2026

O presidente Lula reuniu seus 38 ministros e fez uma cobrança pública por reciprocidade por parte de partidos que, apesar de ocupar o alto escalão, não se comprometem em manter uma relação duradoura com o governo.

O recado foi endereçado principalmente às legendas do Centrão. Juntas, as cinco siglas (MDB, Progressistas, União Brasil, Republicanos e PSD) representam onze ministérios e somam uma bancada de 241 deputados e 43 senadores , número determinante para a aprovação dos principais projetos.

“Eu quero que esses partidos continuem junto, mas nós estamos chegando no processo eleitoral e a gente não sabe se os partidos que vocês representam querem continuar trabalhando conosco ou não. E esta é uma tarefa também de vocês neste ano de 2025”, afirmou o presidente

VEJA conversou com lideranças e dirigentes dessas agremiações. Por ora, os caciques decidiram adotar um compasso de espera e avaliar a reação do governo diante dos baixos índices econômicos e de popularidade, enquanto já trabalham com alternativas para o próximo pleito.

Centrão: Governabilidade garantida. Já 2026…
Presidido pelo ex-ministro de Bolsonaro e senador Ciro Nogueira, o Progressistas é o primeiro partido que, sob o argumento de ter fincado os pés na oposição, rechaça qualquer possibilidade de aliança futura. Mas, de olho no presente, o PP ocupa o Ministério do Esporte, comanda a Caixa Econômica Federal e tenta ampliar seu espaço na Esplanada com a indicação do ex-presidente da Câmara Arthur Lira para o Ministério da Agricultura.

O problema é que a Agricultura está sob o comando do senador Carlos Fávaro, do PSD, e a legenda não está disposta a ceder espaço. Na última terça-feira, 4, o ministro foi à Câmara dos Deputados e, num ato de desagravo de sua bancada, foi recebido entre aplausos e deferências em favor de sua permanência no posto. A portas fechadas, a legenda tenta trocar o desprestigiado Ministério da Pesca  pela pasta do Turismo e manter o comando de Minas e Energia – na última semana, Lula chamou o ministro Alexandre Silveira de “excepcional” e disse que ele ficará no cargo.

O presidente também fez um aceno ao agora ex-comandante do Congresso e incensou uma candidatura de Rodrigo Pacheco ao governo de Minas Gerais – antes disso, ele é cotado a assumir as fileiras da Esplanada, o que deixaria o PSD com quatro integrantes no alto escalão. Os sucessivos gestos de Lula à legenda, com quem garante manter uma aliança “forte”, acontecem em meio a posições dúbias do dirigente da sigla, Gilberto Kassab, que chegou a afirmar que o petista não seria reeleito se a disputa fosse hoje e a chamar o ministro Fernando Haddad de “fraco”. Uma semana depois da repercussão, Kassab recuou e disse que o presidente é “forte” e pode reverter o cenário.

Enquanto isso, o PSD trabalha para lançar nos próximos meses o governador do Paraná, Ratinho Júnior, como candidato ao Planalto em 2026 e tenta tirar do papel ainda neste semestre uma fusão com o PSDB, partido historicamente adversário do PT.  Com duas cadeiras no governo Lula, o União Brasil planeja lançar no próximo mês a pré-campanha à Presidência do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e dar a largada para um giro pelo país em busca  de torná-lo nacionalmente conhecido. Na última semana, a bancada da legenda na Câmara lançou um manifesto pedindo a permanência de Juscelino Filho nas Comunicações e de Celso Sabino no Turismo. “Não há nenhuma contradição. Ao contrário. Eu acho que os ministérios ajudam o Brasil e a governabilidade do governo. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Uma coisa é governabilidade, outra é a eleição de 2026. Em 2025, a pauta é governabilidade. Em 2026, será a eleição”, afirma Antônio Rueda, presidente do União.

Situação similar acontece no Republicanos. Com um ministério no governo petista, a legenda tem entre seus quadros o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, considerado uma das principais apostas numa disputa presidencial caso Bolsonaro fique fora do jogo. Em meio à resistência do ex-capitão em jogar a toalha e aos tropeços do governo, a legenda evita se posicionar sobre 2026, mas defende um choque de gestão no governo Lula. “O governo tem que ser mais pragmático, principalmente na pauta econômica”, disse a VEJA o presidente do Republicanos, deputado Marcos Pereira. “E precisa também se preocupar com o aumento do preço dos alimentos e, ao mesmo tempo, empoderar o Haddad na pauta do controle de gastos”, acrescentou o dirigente.

O MDB, da mesma maneira, passa por uma divisão interna sobre o próximo pleito. Enquanto figuras como o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, já se posicionaram contra o apoio a Lula em 2026, ministros da legenda, entre eles Renan Filho, defendem que a sigla retome a parceria do passado e integre a chapa de Lula na cadeira de vice. Em meio ao fogo cruzado, o presidente do MDB,  deputado Baleia Rossi, afirma que é muito “cedo” tratar de 2026 e garante que o partido, com três ministérios, dará a estabilidade necessária ao governo Lula.

Flávio Dino atende Solidariedade e supende processo de vaga no TCE

O ministro Flávio Dino, que é o relator prevento da Ação Direta de Inconstitucionalidade do Solidariedade contra a indicação do advogado Flávio Costa como membro do Tribunal de Contas do Estado, já emitiu decisão liminar e suspendeu o processo na Assembleia Legislativa.

O processo entrou neste domingo (9) no STF, e já nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira (10) o ministro concedeu a liminar suspendendo o processo que estava sendo realizado pela Casa Legislativa.

Na decisão,  Dino alega que “em uma primeira análise, há notável discrepância de procedimentos nos modelos federal e estadual”.

Ele deu prazo de 5 dias para a Assembleia dar informações sobre o processo secreto que está sendo impugnado pelo Solidariedade e envie a ata e os registros audiovisuais da sessão da última sexta-feira, quando foi realizada a sabatina com Flávio Costa.

Clodoaldo Correia