Na manhã desta quinta-feira (data de hoje), um grave acidente registrado na rodovia estadual MA-206, próximo à cidade de Carutapera, resultou na morte da primeira-dama do município.
De acordo com as primeiras informações, o acidente envolveu dois ônibus e uma caminhonete Hilux. A vítima retornava para Carutapera quando houve a colisão fatal entre o trecho que liga a cidade ao povoado Forquilha.
O falecimento da primeira-dama gerou grande comoção entre a população carutaperense. Nas redes sociais, amigos, familiares e autoridades expressaram tristeza e solidariedade à família enlutada.
O prefeito Amin Quemel, esposo da vítima, recebeu mensagens de apoio de diversas lideranças políticas e comunitárias da região.
As causas do acidente ainda estão sendo apuradas pelas autoridades competentes.
Um encontro político realizado nesta terça-feira (19), na casa do presidente do União Brasil, Antonio Rueda, em Brasília, reuniu governadores e dirigentes dos principais partidos da centro-direita e direita. O objetivo do encontro foi iniciar a articulação de uma frente ampla contra o governo Lula, já com foco nas eleições presidenciais de 2026.
Participaram representantes de seis das maiores legendas do Congresso Nacional — União Brasil, Progressistas, PL, PSD, Republicanos e MDB — além de dez governadores. O encontro também abordou os impactos econômicos do tarifaço anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre produtos brasileiros.
O senador Ciro Nogueira (PP-PI) afirmou que os partidos buscam construir um “projeto único de país”, mesmo preservando candidaturas próprias no primeiro turno. Segundo ele, o compromisso é de união “no mínimo, no segundo turno”. Entre os nomes em debate, figuram os governadores Ronaldo Caiado (GO), Tarcísio de Freitas (SP), Romeu Zema (MG), Ratinho Júnior (PR) e Eduardo Leite (RS). Nogueira também defendeu que o PP deixe a base governista “o mais rapidamente possível”.
O governador Ronaldo Caiado destacou a reunião como um marco inédito para a oposição. “Em 40 anos de vida pública, nunca vi uma reunião com essa importância. A centro-direita está ciente da sua responsabilidade e vamos para 2026 para ganhar as eleições do PT e do Lula”, afirmou.
A expectativa é que novos encontros aconteçam nos próximos meses, consolidando a estratégia de lançar candidaturas próprias no primeiro turno, mas com compromisso de união contra o PT em um eventual segundo turno.
O PSDB, que já esteve no topo da política nacional e governou o Brasil por duas vezes, enfrenta hoje seu pior momento histórico. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reunidos pelo Poder360 mostram que o partido, que em 2000 chegou a ter 9.794 políticos eleitos, em 2024 conta com apenas 3.330 uma queda de quase 70% em duas décadas.
A derrocada tucana aparece em todas as frentes:
Câmara dos Deputados: em 1998, o PSDB elegeu 99 deputados. Em 2022, caiu para apenas 13; atualmente, tem 14.
Senado: em 1999, chegou a ter 15 senadores. Hoje, restam apenas 3.
Governadores: em 2010, o partido comandava 8 estados brasileiros. Em 2022, foram apenas 3 e, em 2024, não governa nenhum.
Prefeituras: em 2004, os tucanos administravam 990 municípios. Nas últimas eleições, esse número despencou para 276.
Vereadores: em 2000, tinham 8,5 mil eleitos; hoje, são 3 mil.
No campo presidencial, o contraste também é evidente. O PSDB já disputou o 2º turno em todas as eleições presidenciais de 1994 a 2014, chegando a obter 40 milhões de votos em 2006 com Geraldo Alckmin. Porém, em 2018, Geraldo Alckmin teve apenas 5,1 milhões de votos e, em 2022, o partido sequer lançou candidato.
De protagonista a coadjuvante
O PSDB, que já foi símbolo da chamada “terceira via” e governou o país com Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), perdeu força com a polarização política entre PT e bolsonarismo. Sem renovar quadros e com figuras históricas migrando para outras siglas, o partido hoje luta para manter relevância em cenário nacional.
De protagonista da política brasileira, o PSDB tornou-se um coadjuvante, enfrentando a maior crise de sua história.