Brandão Não Impulsiona Sobrinho na Disputa pelo Governo do Maranhão em 2026

São Luís, Maranhão – O governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), mantém um forte capital político no estado. Pesquisa divulgada pelo instituto Real Time Big Data nesta quarta-feira (1º) confirma que Brandão é aprovado por esmagadores 64% dos eleitores, com a desaprovação em apenas 31%.

​Contudo, a popularidade do governador não está sendo suficiente para garantir a liderança do seu sobrinho, Orleans Brandão (MDB), na corrida pela sucessão estadual em 2026. A pesquisa indica que o nome apoiado pela base governista tem encontrado dificuldades para “decolar” nas intenções de voto.

​Orleans Brandão Aparece em Segundo, Longe do Líder

​Os dados do Real Time Big Data, que mediram o cenário para o Governo do Maranhão em 2026, mostram que Orleans Brandão, atual Secretário de Assuntos Municipalistas, não consegue levantar voo e está em segundo lugar.

​O atual prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), surge como o franco favorito na simulação, liderando com 36% das intenções de voto. Já Orleans Brandão (MDB) aparece com 22%, uma desvantagem de 14 pontos percentuais em relação a Braide.

​A pesquisa expõe um desafio claro para o governador: como transferir sua alta aprovação e capital político para o seu grupo, visando manter o poder no Palácio dos Leões? A distância entre a popularidade pessoal de Carlos Brandão e o desempenho eleitoral de seu sobrinho sugere que o eleitorado maranhense está avaliando as candidaturas para 2026 com base em fatores que vão além do simples apoio do atual governador.

​A campanha do MDB precisará de uma nova estratégia para capitalizar o bom momento de Brandão e consolidar Orleans como um sucessor viável e competitivo contra a oposição.

Santa Rita Une Forças: Pré-candidatura de Dr. Hilton Gonçalo ao Senado Recebe Apoio Unânime da Câmara de Vereadores

A pré-candidatura de Dr. Hilton Gonçalo ao Senado, já fortalecida por diversas lideranças do Maranhão, recebeu um reforço importante em Santa Rita: os 13 vereadores da Câmara Municipal deram apoio unânime à sua candidatura.

A manifestação de apoio, oficializada na última semana, foi recebida com “profunda gratidão e responsabilidade” por Hilton Gonçalo. O gesto é visto como um marco importante no cenário político local e um termômetro da unidade em torno do projeto, que tem como objetivo representar Santa Rita e o Maranhão no Senado Federal.

Unidade e Compromisso com o Maranhão

Em pronunciamento, Dr. Hilton Gonçalo destacou a importância da decisão unânime dos parlamentares municipais.
Essa manifestação de confiança reforça a união política da nossa cidade e mostra que estamos no caminho certo. Santa Rita está unida e comprometida com um projeto que nasce aqui, mas que tem como missão representar com dignidade todo o povo do Maranhão em Brasília”, declarou.

O pré-candidato ressaltou ainda que a iniciativa vai além das fronteiras do município:
“Agradeço de coração a cada vereador pelo apoio e pela parceria. Este projeto é de todos nós e busca construir um futuro de mais oportunidades e desenvolvimento para o nosso estado.”

Com o respaldo unificado dos representantes do Legislativo municipal, Dr. Hilton Gonçalo segue sua caminhada fortalecido, consolidando-se como um dos nomes mais expressivos na disputa ao Senado e contando com uma base sólida em sua terra natal.

Uma nova pesquisa do instituto Real Time Big Data, divulgada nesta quarta-feira, mostra quem está liderando a corrida pelo governo do Maranhão.  Confira os números!

Uma nova pesquisa do instituto Real Time Big Data, divulgada nesta quarta-feira (1º), revela o cenário das eleições para o Governo do Maranhão em 2026.

Segundo o levantamento, o atual prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), lidera a corrida com 36% das intenções de voto. Em seguida aparecem Orleans Brandão (MDB), com 22%, e Lahesio Bonfim (Novo), com 18%. E Felipe Camarão 7%.

O estudo também destaca que uma parcela considerável dos eleitores permanece indecisa ou pretende votar em branco/nulo, o que pode influenciar o resultado final da disputa.

Foram entrevistadas 1.200 pessoas, entre os dias 29 e 30 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.